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Mercado está equilibrado

Mercado está equilibrado

Afirmação é do empresário Paulo Tadeu Rivalta de Barros, diretor da Habiarte, para quem há uma acomodação.  

Mercado local

O mercado tem longevidade importante e com ritmo de produção. O custo de produção subiu, houve valorização e, em 2011, começou a se acomodar. Hoje, o mercado está acomodado. O país é pujante, tem oportunidade de negócios. 

Financiamento

O crédito é abundante e os custos são razoáveis em termos de Brasil.

As taxas de juros estão mais civilizadas. Imóvel é uma segurança grande no Brasil.

Nos Estados Unidos, as pessoas não conseguiam pagar (os financiamentos), mas aqui no Brasil o comprador põe dinheiro do bolso e os bancos são exigentes para a concessão de crédito. 

Preços

Temos um dos preços mais baratos do Brasil. Ninguém vende abaixo do custo. O mercado está equilibrado. 

Zona Sul

Nos anos 1990, com o empreendimento do Santa Úrsula, começamos a atuar na região, para um tipo de classe socioeconômica. É o nosso foco.

Déficit habitacional

O processo inflacionário entre os anos 1970 e 1990 prejudicou o setor da construção e o BNH (Banco Nacional da Habitação) foi extinto em 1986. No final dos 1970, o Brasil tinha 100 milhões de habitantes e o governo financiava 350 mil unidades/ano, mas a construção imobiliária foi caindo gradualmente.

A população cresceu, assim como a demanda por imóveis, mas diminui a produção. Então, existe um déficit habitacional.

Com o plano real, começou a estabilização. Grandes déficits foram gerados e o crédito imobiliário sumiu.

Agora existe a alienação fiduciária e o imóvel, se não é pago, é tomado de volta.

Foco

O nosso foco é o consumidor final. Nós olhamos o imóvel com os olhos de quem vai morar, assim temos respeito com o cliente. 

Estoque

Nosso estoque de imóveis residenciais é baixíssimo. Lançamos, sem anúncio, o Cidade de Roma, ao lado do Londres, perto da avenida João Fiúsa, com valor entre R$ 5.600 e R$ 5.700 o metro quadrado e, em três semanas, vendemos 24 das 50 unidades disponibilizadas nos empreendimentos residenciais.

 

Fonte: Jornal A Cidade, 09 de novembro de 2013