Linha de balanço: melhorando a produtividade e qualidade das tarefas nos canteiros de obras
Uma ferramenta de planejamento utilizada nas obras da Habiarte foi tema da dissertação do mestrado profissional do nosso coordenador de Planejamento, Orçamento e Controle de Custo, Gustavo Carvalho.
Em sua pesquisa, Gustavo apresentou a evolução da linha de balanço de uma obra para outra desde que o recurso, oriundo do Lean Construction, passou a ser usado aqui na empresa. O trabalho foi avaliado por dois doutores em engenharia, um da UnB – Universidade de Brasília e outro de uma universidade canadense de Quebec.
“A linha de balanço serve para que seja possível analisar o ritmo dos serviços contínuos de obra, possibilitando entender o andamento de forma visual e prática, possíveis interferências e necessidades de mudança de estratégia”, explica Gustavo.
Gustavo Carvalho, Coordenador de Planejamento, Orçamento e Controle de Custo
A ferramenta usada em nossas obras foi estudada e implantada pelo coordenador Gustavo e pelo diretor de Planejamento e Novos Negócios, Marcos Tamaki, com ajustes e melhorias feitos com auxílio da equipe de obras.
A primeira linha de balanço foi gerada no Cidade de Vancouver, dando condições de entender o planejamento e propor ações ao longo da obra. O Ouro Preto já nasceu com o planejamento auxiliado pela linha.
“No Ouro Preto, usamos as lições aprendidas no Vancouver para adotar um planejamento mais ativo, contando com a equipe de obra para auxiliar nas atividades e criar uma sequência mais ajustada para os serviços, possibilitando analisar a estratégia utilizada”, explica Gustavo.
Com as obras Zurique e Seattle, foi dado mais um passo à frente, com a equipe de obra participando na criação do planejamento, na forma de visualizar a linha de balanço a na simplificação das informações necessárias para o apoio à produção.
Esquemático da linha de balanço atual utilizada na Habiarte
“A dissertação apresentou a evolução de uma linha de balanço para outra e os benefícios de seu uso, que possibilitaram visualizar a obra como um todo, dando a oportunidade de analisar os serviços a serem executados no futuro e os impactos gerados a partir de uma tomada de decisão no presente”, explicou Gustavo, que foi convidado a dar sequência no estudo do tema agora no doutorado.
Ele destacou ainda a oportunidade dada pela Habiarte para que o estudo fosse possível, ressaltando que a empresa sempre foi inovadora ao adotar práticas relevantes para o mercado.

