Investir em formação e qualificação de mão de obra está no DNA da Habiarte

A formação e a qualificação da mão de obra são pilares essenciais para o desenvolvimento sustentável de qualquer empresa.
No setor da construção civil de alto padrão, onde a Habiarte atua, caracterizado por diferentes níveis de complexidade, prazos estruturados e requisitos de qualidade rigorosos, investir na capacitação dos trabalhadores significa elevar ainda mais a qualidade das obras, reduzir riscos e fortalecer a competitividade da organização.

A capacitação profissional contribui diretamente para a execução correta das etapas construtivas, evitando retrabalhos, desperdícios de materiais e falhas técnicas que podem comprometer o desempenho do produto final.
Trabalhadores bem treinados dominam procedimentos, entendem as normas técnicas e operam ferramentas e equipamentos com precisão, o que resulta em maior produtividade e eficiência. Investir em formação e qualificação de mão de obra é um dos pilares da Habiarte.

No final de outubro, após 80 horas/aula, um grupo de 16 colaboradores que já integram o quadro da Habiarte concluiu o curso de “Técnicas para Elevação de Alvenaria Sem Função Estrutural”, conduzido pelo Senai nas dependências da Habiarte.
Os participantes foram indicados pelas lideranças das obras por demonstrarem disposição para o trabalho, disciplina e vontade de evoluir na carreira.
Durante o curso, estes ajudantes/serventes aprenderam a fazer o assentamento de alvenaria, que seria o módulo inicial da formação de um pedreiro, e agora irão receber certificado do Senai pela participação no curso.

Outra formação em andamento, também pelo Senai, é o de Carpinteiro de Forma, que será finalizada no dia 16 de dezembro, após a realização de 180 horas/aula.
Para esta modalidade, foram contratados 10 novos colaboradores, a maioria sem experiência na área, que estão recebendo capacitação em tempo integral na escola profissionalizante Celso Charuri e irão reforçar o time Habiarte para atender às nossas demandas de trabalho nas obras.

“Embora tenham tido requisitos distintos, os dois cursos têm motivação parecida, que é suprir a escassez deste tipo de mão de obra no mercado e proporcionar uma oportunidade de crescimento profissional para o trabalhador”, comenta o coordenador de Obras, Daniel Pallos Barbosa.
