“Cipas” da Habiarte atuam para apresentar soluções, alternativas e melhorias

As “Cipa’s” (Comissões Internas de Prevenção de Acidentes e de Assédio) da Habiarte já deram início aos trabalhos para o ano de 2026.
A Habiarte é composta por várias “Cipa’s”: uma para cada obra e outra que abrange Escritório Central, Depósito Central e Assistência Técnica. Uma prática aqui na empresa é fazer uma reunião geral, englobando todas as comissões, como forma de ampliar a troca de experiências e a proposta de melhorias.
Nos meses de dezembro e janeiro, os grupos fizeram treinamento e participaram de encontros conduzidos pela nossa coordenadora de Segurança do Trabalho, Lilian Pedro, de acordo com os parâmetros da Norma Regulamentadora N.º 5.
A NR-5 estabelece as regras para a Cipa, definindo sua constituição, organização e funcionamento com o objetivo de estabelecer um ambiente de trabalho mais seguro, saudável e que equilibra as demandas laborais com o bem-estar geral do colaborador, focando em educação, identificação de riscos e saúde física e mental.
Todos os meses, as equipes se reúnem para compartilhar situações ocorridas nas obras, discutir novos temas e apresentar soluções, sempre visando a identificação, análise e eliminação de riscos no ambiente de trabalho e proporcionando mais eficiência e segurança no desempenho das atividades. A reunião de fevereiro já tem data marcada: dia 19.
“Tudo o que envolve a segurança na empresa de forma geral, tanto pelo lado do empregador como do empregado, é abordado nas reuniões, incluindo avaliações sobre riscos psicossociais, assunto que está bastante evidente na atualidade”, explica Lilian.

Caso real
Um exemplo prático de solução proposta em reunião por membros da Cipa foi a mudança do treinamento com a pistola fincapino, antes realizado por fornecedor externo e que passou a ser feito internamente.
A pistola de fixação a pólvora fincapino é usada na construção civil para fixar pinos e pregos em concreto ou aço sem precisar de furação prévia. A ferramenta gera uma pequena explosão para impulsionar o pino, aumentando a produtividade e agilidade em serviços como guias de drywall, forros e telas de amarração.
“As equipes identificaram que a forma como vinha sendo conduzido o treinamento estava deficiente. Os cipeiros, então, trouxeram a questão em reunião, sugerindo que passássemos a fazê-lo internamente, medida que foi acatada pela empresa e, de fato, apresentou melhores resultados”, conta Lilian.

